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Mulher é assediada e agredida no Metrô de São Paulo

Mulher agredida Metro de São Paulo

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Mulher é assediada e agredida no Metrô de São Paulo

Caso ocorreu na Linha 3-Vermelha. Companhia informa que campanha publicitária nas estações e vagões tem encorajado mulheres a denunciarem.

Uma assistente de laboratório foi assediada e agredida em um trem do Metrô na manhã de 31 de Maio. O agressor teria tentado se apoiar nos seios dela e posteriormente acertado um soco em seu rosto após empurra-empurra na saída do trem.

A mulher de 31 anos seguia no sentido Barra-Funda, quando o homem entrou na estação Brás e tentou apoiar-se nos seios dela.

Quando o trem chegou à estação Sé, ela diz ter sido empurrada pelo homem e devolvido o tranco. Ela relata que, em resposta, ele teria dado um soco em seu rosto que chegou a fraturar seu nariz. Passageiros que observaram a cena, seguraram o homem até a chegada dos funcionários do Metrô.

A vítima e o agressor foram levados, separadamente, para a Delpom (Delegacia de Polícia do Metropolitano). Foi registrado Boletim de Ocorrência e a mulher foi levada posteriormente para o IML para exame de corpo delito.

Casos de Assédios no Metrô
Na última quarta-feira (28), a Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, da Cidadania, da Participação e das Questões Sociais da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) convocou Clodoaldo Pelissioni, Secretário dos Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo, e diretores do Metrô para prestar esclarecimentos sobre os assédios nas linhas do Metrô.

Na reunião, Pelissioni disse que o Metrô consegue encontrar e levar o agressor à autoridade policial em 80% dos casos de abuso sexual. Ainda segundo o secretário, todos os trens devem ter câmeras até o fim de 2018.

O Metrô informou em reunião que a companhia conta com 1.100 agentes de segurança, sendo 250 mulheres. O secretário acredita se tratar de um número suficiente de agentes mulheres.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo informa que, a vítima foi orientada quanto ao prazo de seis meses para fazer representação criminal contra o agressor, e que não fez até o momento.

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